Só há um inconveniente na história: Carla Bruni é de Turim, onde não há vôos diretos da Ryanair para Paris. Por isso, os parentes da futura primeira-dama francesa terão de ir até Milão para, então, seguir à França. O negócio ainda sim é bom. Se fizerem suas reservas com três semanas de antecipação, vão pagar € 39,64, ida e volta, pelas passagens, com taxas inclusas.
O Palácio do Eliseu anunciou que estuda processar a companhia, que já usou no passado a imagem de outros políticos europeus como o premiê espanhol, José Luiz Zapatero, e o da Polônia, Jaroslaw Kaczynski. Tony Blair também já figurou na publicidade da Ryanair, mas foi sua mulher, Cherie, que rendeu a maior polêmica. Ano passado, a então primeira-dama britânica vôou a bordo de uma aeronave da companhia para assistir as olimpíadas de inverno de Turim. Os tablóides ingleses não perderam a piada, já que no mesmo dia em que Cherie desembarcou na Itália, nos aviões de € 1, Laura Bush aterrisou no Air Force 2, da presidência americana. Semanas depois, a BBC transmitiu um documentário falando dos problemas de segurança da companhia irlandesa.
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